quarta-feira, 30 de novembro de 2011

                            MÊS DE NOVEMBRO

29/11/2011 - 21h51

Desmatamento na Amazônia volta a crescer

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CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA

Depois de dois meses em queda, o desmatamento na Amazônia voltou a subir em outubro, de acordo com dado do governo federal.
O sistema Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que flagra a devastação em tempo real, viu 385 km2 desmatados em outubro em comparação com 253,8 km2 no mês anterior - um aumento de quase 52%.
A cifra é a mesma, porém, de outubro do ano passado -- quando o Deter enxergou 388 km2 devastados na região.
Diferentemente dos dois meses anteriores, em que houve queda na taxa, os dados do Deter não foram anunciados à imprensa pela ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente).
O Estado que mais desmatou foi Rondônia, passando o tradicional campeão Pará, e o município que mais registrou derrubadas foi Porto Velho, onde se constroem as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira.


COMENTÁRIO:
Esta reportagem me chamou a atenção, por que ela fala que o desmatamento da Amazônia aumentou novamente. Pesquisar dizem que o estado que mais desmatou foi Rondônia, passando o tradicional campeão Pará, e o município que mais registrou derrubadas foi Porto Velho, onde se constroem as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira. É uma lastima que a minha ultima reportagem deste ano seja ruim, espero que as próximas reportagens dos próximos anos, sejam reportagens melhores! 
25/11/2011 - 10h25

Austrália planeja criar maior parque marinho do mundo

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DA REUTERS, EM CANBERRA
A Austrália decidiu nesta sexta-feira criar o maior parque marinho do mundo, a fim de proteger uma vasta extensão do mar de Coral, que banha o nordeste do país, e onde foram travadas acirradas batalhas na Segunda Guerra Mundial.
O ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, disse que o parque terá quase 1 milhão de quilômetros quadrados --equivalente à França e Alemanha juntas-- e que protegerá peixes, arrecifes e locais de desova de aves marítimas e da tartaruga verde.
"O significado ambiental do mar de Coral está na sua diversidade de recifes de coral, bancos de areia, cânions e planícies abissais", disse Burke. "Ele contém mais de 20 exemplos excepcionais de isolados recifes tropicais, bancos de areia e ilhas."
O novo parque abrangerá também navios naufragados durante a Batalha do Mar de Coral, uma série de confrontos navais entre forças japonesas, norte-americanas e australianas, em 1942, no que foi considerada a primeira batalha envolvendo porta-aviões.
Pelo menos três navios dos EUA estão naufragados ali --USS Lexington, US USS Sims e USS Neosho--, segundo Burke.
O governo vai detalhar dentro de 90 dias os limites do parque, que ficará dentro da zona econômica marítima australiana. Atualmente, o maior parque marítimo do mundo fica em torno do arquipélago de Chagos, possessão britânica no Índico.


COMENTÁRIO:
Gostei dessa reportagem, pois ela fala que a Austrália planeja criar maior parque marinho do mundo, com o proposito de proteger uma vasta extensão do mar de Coral, que banha o nordeste do país, e onde foram travadas acirradas batalhas na Segunda Guerra Mundial. É muito legal e muito importante esse proposito, pois devemos preservar o que ainda nos resta de natureza. Seria muito bom se cada país preservasse algo em seu território, assim o mundo seria mais preservado e menos devastado.  
16/11/2011 - 10h00

Rede de água e esgoto avança no campo, mas ainda é pequena

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DE SÃO PAULO
Mais de 80% dos domicílios brasileiros são atendidos por rede de abastecimento de água, segundo os Indicadores Sociais Municipais do Censo Demográfico 2010 divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo a pesquisa, houve aumento de 5,1 pontos percentuais desde 2000, alcançando-se 82,9% de domicílios com abastecimento no ano passado.
Se considerada apenas a área urbana, o índice chegou a 91,9% (crescimento de 2,1 pontos em relação a 2000). Na área rural, a cobertura é bem menor --27,8% dos domicílios--, mas o crescimento em comparação a dez anos atrás foi de 9,7 pontos percentuais.
No Sul, a proporção de domicílios rurais com abastecimento passou de 18,2% em 2000 para 30,4% em 2010. No Nordeste, o crescimento foi ainda maior --de 18,7% para 34,9%.
A região Norte, que tem a menor cobertura do país (54,5%), teve um aumento proporcional mais acelerado na área rural do que na urbana: no campo o aumento foi de 7,9 pontos, contra 3,7 nas cidades.
Editoria de Arte/Folhapress
Clique e compare você com as informações do país levantadas pelo Censo 2010
Clique e compare sua situação com as informações do restante do país levantadas pelo Censo em 2010
ESGOTO
O crescimento do abastecimento de água foi acompanhado, segundo o Censo, do aumento na proporção de domicílios com rede de esgoto ou fossa séptica. Entre 2000 e 2010, a proporção passou de 62,2% para 67,1% em todo o país.
O crescimento se verifica em todas as regiões, menos no Norte, onde o aumento de 2 pontos percentuais na área rural (de 6,4% em 2000 para 8,4% em 2010) não foi suficiente para compensar a queda de 6,1 pontos percentuais ocorrida nas cidades (de 46,7% para 40,6%).
Editoria de Arte/Folhapress
Veja mapa interativo do Censo 2010
Veja mapa interativo do Censo 2010
O Sudeste continuou sendo a região com as melhores condições, passando de uma cobertura de 82,3% dos domicílios, em 2000, para 86,5%, em 2010.
O Centro-Oeste apresentou o maior crescimento, acima de 10%, mas ainda assim continua com pouco mais da metade de seus domicílios com saneamento adequado (51,5%). Norte (32,8%) e Nordeste (45,2%) apresentaram patamares ainda mais baixos.
Nessas regiões, as fossas rudimentares --consideradas alternativas inadequadas de esgotamento sanitário-- foram as opções mais encontradas pelos pesquisadores tanto nos domicílios urbanos quanto rurais.
CENSO
Participaram do Censo 2010 cerca de 190 mil recenseadores, que visitaram os mais de 5.500 municípios brasileiros. Ao todo, foram entrevistados representantes de 67,5 milhões de domicílios no período de 1º de agosto a 31 de outubro --outras 899 mil residências foram consideradas fechadas.
Os primeiros dados da pesquisa, que identificou uma população de 190 milhões de pessoas, foram revelados em abril deste ano. Nesta quarta-feira, o IBGE divulgou dados consolidados e novos recortes nas estatísticas.


COMENTÁRIO:
Esta reportagem me chamou atenção, pois a rede de esgoto é um dos maiores problemas no Brasil. é necessário mais saneamento básico, e ouve aumento, mas como a própria reportagem disse, ainda é pouco. O Brasil deve investir mais nisso, pois isso é fundamental na vida higiênica das pessoas. 
10/11/2011 - 12h10

Mar Morto pode virar lago totalmente sem vida, dizem especialistas

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DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Especialistas disseram nesta quinta-feira que a disputa política entre a Jordânia, Israel e a Cisjordânia barra medidas vitais que poderiam ser adotadas para a recuperação do mar Morto.
Jack Guez/France Presse
Sal concentrado em várias partes do litoral do mar Morto; veja galeria de fotos
Sal concentrado em várias partes do litoral do mar Morto; veja galeria de fotos
A seca que atinge a região mais salgada do mundo poderia levar ao encolhimento do mar Morto até o ponto dele se tornar um lago completamente sem vida, dizem. Em suas águas, há organismos que são tolerantes à alta concentração de sal.
Apesar do alerta feito pelos especialistas, o mar Morto pode conter mais vida do que é o esperado. Pesquisadores alemães do Instituto de Microbiologia Marinha Max Planck e israelenses da Universidade Ben Gurion conduzem, neste mês, uma exploração científica que é a primeira realizada na região.
Eles afirmam terem detectado colônias de micro-organismos vivos em fissuras no fundo do mar e localizado novas fontes de água doce.
A confirmação ainda deve demorar, visto que a exploração teve início somente neste mês.


COMENTÁRIO:
Essa reportagem me chamou bastante a atenção, pois ela fala sobre a seca que atinge a região mais salgada do mundo poderia levar ao encolhimento do mar Morto até o ponto dele se tornar um lago completamente sem vida. Segundo estudos, o mar Morto pode conter mais vida do que é o esperado. Acho que deve ser feito alguma coisa para poder preservar o mar Morto, pois é um mar com mais vida, além do que saibamos. 
04/11/2011 - 10h47

Nasa descobre rachadura em geleira e monitora formação de iceberg

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DA EFE
Uma rachadura com até 280 m de largura e 60 m de profundidade foi identificada pela maior missão aérea de monitoramento do gelo polar, a Ice Bridge, da Nasa.
Nasa-26.out.11/France Presse
Rachadura gigante, com 280 m de largura e 60 m de profundidade, na ilha Pine, Antártida
Rachadura gigante, com 280 m de largura e 60 m de profundidade, na ilha Pine, Antártida
Cientistas da agência afirmaram ontem que a fissura se estende por 29 km na geleira da ilha Pine, na Antártida. Ela deverá dar origem a um iceberg de 880 km².
A observação da enorme rachadura foi feita em voos de investigação realizados em outubro pela equipe da Ice Bridge. Em 2001, a mesma geleira já havia dado origem a um iceberg, e muitos especialistas acreditavam que o processo pudesse se repetir. Mas, até a recente missão, não havia indicações de que isso estivesse acontecendo.
Apesar de impressionante, o fenômeno faz parte do "processo natural das geleiras", dizem os pesquisadores. "Sabemos pouco da formação desses icebergs porque não observamos com frequência esses fenômenos. É a primeira vez que sobrevoamos uma fissura tão grande. Esperamos que isso ajude a explicar como eles se formam para podermos prevê-los", afirmou
Michael Studinger, o chefe do projeto, em videoconferência com a imprensa.
Uma dos objetivos do Ice Bridge é acompanhar, sobrevoando e por satélite, as mesmas regiões de gelo. Assim, é possível acompanhar as mudanças.


COMENTÁRIO:
Achei muito interessante essa reportagem, pois mostra fenômenos muito diferentes que vimos hoje em dia. Quando li o titulo da reportagem, pensei que fosse algo ruim, mas a parti desse acontecimento, poderemos descobrir a origem dos iceberg. De acordo com a reportagem, não é nada pavoroso, como pensei ao ler o titulo.  

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

                       MÊS DE OUTUBRO

31/10/2011 - 13h56

Desmatamento na Amazônia cai 43% em setembro

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CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA

O desmatamento na Amazônia caiu 43% em setembro comparado com o mesmo mês do ano passado. Os dados são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e foram divulgados nesta segunda-feira pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo o sistema Deter, que detecta desmatamento em tempo real usando satélites, a devastação na região amazônica em setembro foi de 254 hectares, contra 448 hectares em 2010.
"É o menor [desmate em] setembro da história", disse a ministra, em alusão ao início da série de dados do Deter, em 2004. "Não tivemos um setembro negro, tivemos um setembro verde."
No acumulado de janeiro a setembro, o Deter viu empate técnico em relação ao mesmo período do ano anterior: 1.835 km2 em 2011 contra 1.862 km2 em 2010, uma queda de 1,5%. Mato Grosso e Rondônia foram os únicos Estados que mostraram uma elevação no período -- no caso matogrossense, de expressivos 72%.
A alta reflete a disparada no período de abril a maio, quando a perspectiva de uma anistia induzida pelo debate do Código Florestal na Câmara dos Deputados, aliada a uma lei de zoneamento benevolente em Mato Grosso, animou o setor produtivo a desflorestar.


COMENTÁRIO:
Enfim, uma noticia mais agradável. O desmatamento na Amazônia caiu 43% em setembro comparado com o mesmo mês do ano passado. Como diz a ministra: "Não tivemos um setembro negro, tivemos um setembro verde." Espero que nossos próximos meses de setembro sejam meses verdes também, não só os meses de setembro, como todos os outros meses.  
25/10/2011 - 08h00

Pinguins ganham roupa de lã para se proteger de petróleo

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MARTHA LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Reprodução/skeinz.com
Site mostra a roupa e ensina a tricotá-la
Site mostra a roupa e ensina a tricotá-la
Os pinguins estão sempre protegidos do frio. Então seria absurdo imaginar esses bichinhos usando roupas de lã, certo?
Errado! Pinguins da Nova Zelândia estão desfilando esses modelitos para se proteger do contato com petróleo, depois de umvazamento que atingiu a costa do país.
O vazamento de petróleo afetou Tauranga, na ilha do Norte, e foi considerado a pior catástrofe ecológica marítima do país.
A preocupação dos cientistas é de que os pinguins comam o óleo, enquanto ajeitam suas penas com o bico. Por isso, pediram a ajuda da loja Skeinz, especialista em peças de lã.
A Skeinz vai mandar roupinhas de lã para proteger os pinguins. No endereçowww.skeinz.com/Newsletters/spring2011.html, a marca até ensina a tricotar o modelo. Que tal ajudar?


COMENTÁRIO:
No inicio, achei meio cômica a reportagem. Pinguins usando roupa de lã, é engraçado. Mas no final das contas, não é nada engraçado. Os pinguins estão usando roupinhas de lã, devido a um vazamento de petróleo. A preocupação é de que eles comam o petróleo enquanto ajeitam suas penas com o bico.   
21/10/2011 - 16h56

Buraco na camada de ozônio chega a nível máximo nesta temporada

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DA EFE
O buraco na camada de ozônio no hemisfério sul chegou a seu nível máximo anual em 12 setembro, ao alcançar 16 milhões de quilômetros quadrados, o 9º maior dos últimos 20 anos. As informações são da Nasa (agência espacial americana) e da Noaa (Administração Atmosférica e Oceânica dos EUA).
A camada de ozônio protege a vida terrestre ao bloquear os raios solares ultravioleta e sua redução adquire especial importância nesta época do ano, quando o hemisfério sul começa a ficar mais quente.
A Nasa e a Noaa utilizam instrumentos terrestres e de medição atmosférica aérea a bordo de globos e satélites para monitorar o buraco de ozônio no polo Sul, os níveis globais da camada de ozônio na estratosfera e as substâncias químicas artificiais que contribuem para a diminuição do ozônio.
"As temperaturas mais frias na estratosfera causaram neste ano um buraco de ozônio maior que a média", disse Paul Newman, cientista-chefe do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa.
"Embora fosse relativamente grande, a área do buraco de ozônio neste ano estava dentro da categoria que esperávamos, dado que os níveis químicos de origem humana persistem na atmosfera", lamentou.
O diretor da divisão de Observação Mundial da Noaa, James Butler, afirmou que o consumo dessas substâncias que destroem o ozônio diminui pouco a pouco devido à ação internacional, mas ainda há grandes quantidades desses produtos químicos causando danos.
No entanto, a maioria dos produtos químicos permanece na atmosfera durante décadas.
A Noaa esteve monitorando o esgotamento do ozônio no mundo todo, incluindo o polo Sul, de várias perspectivas, utilizando globos atmosféricos durante 24 anos para recolher os perfis detalhados dos níveis de ozônio, assim como com instrumentos terrestres e do espaço.


COMENTÁRIO:

O buraco na camada de ozônio chegou a seu nível máximo anual ao alcançar 16 milhões de quilômetros quadrados, o 9º maior dos últimos 20 anos. Este é realmente um problema muito grave, se já chegou a este estado, como ficará daqui a alguns anos? Será que teremos ainda uma camada se ozônio? 
12/10/2011 - 09h54

Ações humanas podem provocar terremotos, diz pesquisador

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DO "NEW YORK TIMES"
The New York TimesNão são somente as forças da Natureza que provocam terremotos. Há mais de meio século que projetos de engenharia vêm provocando terremotos, e a ocorrência é muito mais comum do que se pensa. A afirmação é do professor e pesquisador do Observatório Terrestre Lamont-Doherty, de Nova York, Leonardo Seeber.
Alguns dos sismos geraram catástrofes como o ocorrido em 1967, que estava associado à construção da represa de Koyna, na Índia, comenta Seeber. "Sem dúvida, este e muitos outros terremotos foram desencadeados pela ação humana."
Kimimasa Mayama/Efe
Estrada danificada por sismo no Japão, neste ano; terremoto pode ser provocado pela ação humana na Natureza
Estrada danificada por sismo no Japão, neste ano; terremoto pode ser provocado pela ação humana na Natureza
O pesquisador lembra que normalmente não é fácil diferenciá-los dos desastres naturais. "Os representantes das empresas responsáveis geralmente se recusam a admitir a responsabilidade e dificultam a obtenção de dados que comprovem essa influência'', afirma.
Até um pequeno aumento de pressão pode levar à ruptura de uma falha geológica, diz Seeber, e os seres humanos tendem a causar esse aumento de duas formas: alterando a pressão sobre a crosta, geralmente com a construção de lagos artificiais, que tornam a pressão maior, e com a exploração de pedreiras e campos petrolíferos, que a diminuem.
Seeber diz que é improvável que o processo de fratura hidráulica, que usa um grande volume de água, areia e substancias químicas para liberar gás natural de rochas compactas, desencadeie terremotos.


COMENTÁRIO:
Não é apenas a natureza que pode causar os terremotos. Estudos dizem que as ações humanas também podem causar terremotos. Pode ocorrer alterando a pressão sobre a crosta, geralmente com a construção de lagos artificiais, que tornam a pressão maior, e com a exploração de pedreiras e campos petrolíferos, que a diminuem. Além do aquecimento global, poluição e etc, o homem está cada vez mais devastando o planeta. Talvez se mudássemos agora, menos problemas a Terra teria, e eu poderia postar reportagens adversas a essa nas minhas próximas postagens. 
05/10/2011 - 17h18

Animais estão encolhendo devido à mudança climática

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DE SÃO PAULO

Os efeitos da ação humana sobre o ambiente, que provoca a mudança climática, são conhecidos. Entre eles, pode-se citar o degelo acelerado no Ártico e a intensificação das chuvas e dos incêndios. Agora, cientistas analisam como os animais estão sendo afetados.
Um estudo recente, publicado na edição on-line "The American Naturalist", indica que as altas temperaturas podem fazer com que determinadas espécies "encolham". A consequência imediata é que a reprodução é comprometida, com menos crias nascendo, e uma provável alteração de toda a cadeia alimentar.
Essa relação entre o tamanho e as alterações na temperatura, já comprovada anteriormente, mas nunca explicada totalmente, afeta somente os animais de sangue frio --como insetos, crustáceos, peixes, anfíbios e répteis--, que dependem de fontes externas de aquecimento como a luz do sol para se manterem aquecidos.
A pesquisa foi feita com 34 tipos de crustáceos copépodes, pelo doutorando Jack Forster, da Universidade de Londres. Segundo ele, as criaturas diminuíram uma média de 2,5% para cada um grau Celsius elevado.
Forster diz que esse fenômeno mudaria a cadeia alimentar em duas frentes. Menores, os animais de sangue frio passariam a comer outras espécies.
Por sua vez, quem está acima deles na cadeia alimentar teria que gastar mais tempo procurando comida para obter a quantidade suficiente.
Ou seja, a codependência entre as espécies seria mudada e levaria um tempo para se adaptarem.


COMENTÁRIO:
Os cientistas analisam como os animais estão sendo afetados devido a mudança climática. Estudos indicam  que as altas temperaturas podem fazer com que determinadas espécies "encolham". A conseqüência imediata é que a reprodução é comprometida e uma provável alteração de toda a cadeia alimentar. Tudo indica que afeta somente os animais de sangue frio como: insetos, crustáceos, peixes, anfíbios e répteis, que dependem de fontes externas de aquecimento como a luz do sol para se manterem aquecidos. Precisamos tomar alguma providencia, pois de uns tempos pra cá tudo está piorando, até quando vamos deixar mais problemas afetar outros animais, ou até mesmo, nos mesmos?

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


                                               MÊS DE SETEMBRO 

27/09/2011 - 10h00

Ecológica, juta mira mercado de saco plástico

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TONI SCIARRETTA
JORGE ARAÚJO
ENVIADOS ESPECIAIS A MANACAPURU (AM) E CASTANHAL (PA)
Os produtores de juta, fibra natural usada em sacos de cereais, querem se tornar o principal fornecedor de "ecobags" para suprir o vácuo das sacolinhas plásticas, que estão com os dias contados no país. São Paulo banirá os plásticos em janeiro.
Para isso, a indústria têxtil de juta da Amazônia veste uma roupagem ecológica e socialmente engajada --compra matéria-prima de 15 mil famílias ribeirinhas do Amazonas e do Pará.
Veja galeria com fotos da exploração de juta no rio Solimões (AM)
Segundo os produtores, a juta é o único material totalmente biodegradável --que não depende de compostagem para decomposição como os plásticos biodegradáveis vendidos no comércio.
Com base nisso, a juta da Índia e de Bangladesh conquistaram o "ecomercado" dos EUA e da Europa.
No Brasil, os produtores apresentaram ao governo um projeto de financiamento de R$ 13,6 milhões para melhorar a genética das sementes e facilitar a agricultura familiar --a ideia é produzir uma juta mais leve, sedosa e resistente às pragas e ao clima.
Segundo os produtores, somente a melhora genética e a facilidade no financiamento são capazes de fazer a produção duplicar.
Jorge Araújo/Folhapress
Ribeirinho colhe juta no rio Solimões; plantação é feita na área do rio que surge no período seco
Ribeirinho colhe juta no rio Solimões; plantação é feita na área do rio que surge no período seco
Decadente desde os anos 80, quando chegaram ao país os sacos de nylon, o setor é hoje uma sombra do que fora --eram 35 empresas, que produziam 100 mil t/ano.
Hoje, as três empresas sobreviventes não conseguem fazer nem 15 mil toneladas, apesar da capacidade de produzir até 30 mil toneladas. Somente café e batata ainda usam sacos de juta.
QUEBRA DE SAFRA
No Amazonas, a juta é plantada na várzea do rio Solimões. Os ribeirinhos sem outra alternativa de renda (como o Bolsa Família) plantam na área que surge após a vazante dos rios e colhem quatro meses depois, pouco antes da cheia. Se algo der errado, perde-se a plantação.
Ano após ano, a safra quebra devido a sucessivas secas e cheias da região Norte, desestimulando o produtor familiar a plantá-la.
Em 2010, a seca histórica na Amazônia levou a indústria a importar fios do Bangladesh para atender aos produtores de café. Em 2009, uma cheia antes da época quebrou metade da safra.
Neste ano, a situação parecia normal até junho. Foi quando os rios subiram de repente e a colheita teve de ser feita em três semanas. A perda da safra chegou a 30%.
Com esses problemas, a indústria de juta chegou atrasada ao debate sobre os substitutos das sacolas plásticas.
Enquanto os supermercados devem vender as sacolas de plástico biodegradável a R$ 1,90 cada, os produtores de juta dizem que conseguem uma "ecobag" para o consumidor entre R$ 2 e R$ 2,10.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/981370-ecologica-juta-mira-mercado-de-saco-plastico.shtml

COMENTÁRIO:
Eu já havia pegado uma reportagem sobre a "abolição do saco plastico", mas isso é um assunto que realmente me chama a atenção. Acho que seria uma ótima ideia colocarem a juta para ser uma forma de carregar as mercadorias compradas nos mercados, pois alem de agradar os clientes ela trará emprego para várias pessoas na Amazônia.